sábado, 3 de dezembro de 2011

Exercício 5 (Blog)

Quarto período. Então, até agora, de longe, foi o mais corrido pra mim. E o que passou mais rápido. Muito apertado, com uma quantidade grande de atividades para se fazer e livros para dar conta. Apesar de tentar (pouco) não deixar as tarefas para última hora, sempre acabo fazendo tudo aos quarenta e oito do segundo tempo, o que só faz me prejudicar. Mas um dia eu aprendo, tenho que aprender.
Mimo, flashes, documentários, redação, apuração, entrevistas, roteiros, web 2.0, bronca do professor de jornalismo e novas tecnologias, projeto de pesquisa, telejornalismo.  Venício Lima, carne e osso, novo rádio, reportagem especial, regulação da comunicação. Enfim, acredite, foi muita coisa.
            Apesar da grande quantidade de atividades (e, eu sei, que a tendência é que esta quantidade só faça crescer), é satisfatório de se ver que há professores empenhados em passar os conhecimentos aos alunos e que vale a pena se esforçar para aprender, afinal, fica cada vez mais claro que para se tornar um excelente profissional da comunicação, é necessário saber de tudo (pelo menos um pouco de tudo). E, neste período, os assuntos variaram bastante, foi possível aprender desde roteiro para vídeo até redação jornalística. Período interessante, intenso e estressante.   


Bruna Montenegro.

Exercício 4 (Questões de Ética na Rede)

O portal G17 tem o slogan “sem compromisso com a verdade”, é um portal que brinca com o nome do portal G1 e só posta notícias absurdas e inusitadas, o site tem o propósito de fazer o leitor rir. Na sessão “quem somos”, o portal deixa claro: “G17 é um site de humor. As notícias que publicamos são fictícias, criadas para o entretenimento do leitor. Portanto, o conteúdo de G17 não pode, nem deve, servir como fonte de informação, muito menos ser levado a sério.”  E ainda “Se você tem um site ou blog, e deseja copiar as notícias de G17, pode fazer desde que cite a fonte, com link para o site do G17. Se o seu veiculo não é de humor, ao copiar o nosso conteúdo é importante esclarecer que o texto é uma obra de ficção.”          
            Apesar de deixar claro na descrição que é um portal voltado para o humor, já houve casos de portais de notícias verídicas darem como verdadeira alguma matéria que foi publicada no G17. Foi o que aconteceu em junho deste ano. O Diário de Campo Grande publicou uma notícia intitulada “Inventor cria um elevador que liga o Brasil ao Japão”, matéria que foi criada para o portal G17. Clique AQUI para ler a notícia no G17. Abaixo, segue o print da matéria veiculada no portal do Diário de Campo Grande.


            O quarto artigo do segundo capítulo do código de ética dos jornalistas brasileiros diz que “O compromisso fundamental do jornalista é com a verdade no relato dos fatos, razão pela qual ele deve pautar seu trabalho pela precisa apuração e pela sua correta divulgação.”
Fica claro, neste caso, que o jornalista que publicou esta matéria feita para um portal de humor em um site de notícias verdadeiras não foi ético. Tudo na internet circula com bastante rapidez, é verdade, mas isso não pode descartar um passo importante de um jornalista: a apuração. Levar a verdade à população fica em segundo plano, em casos como este, quando, na verdade, deveria ser prioridade. A pressa para colocar alguma novidade no site pode prejudicar a credibilidade do portal. Retirar a matéria logo em seguida não adianta muito. 

Bruna Montenegro

Exercício 3 (Jornalismo nas Redes Sociais)

            Acredito que as redes sociais podem sim ajudar os jornalistas, afinal, estes querem sempre saber a opinião da população em relação a algum tema. E onda há redes sociais, há informação. Não exatamente a verdadeira, mas há informação.
            Ideias para pautas ou até mesmo opiniões sobre determinada reportagem, eu diria, são fáceis de encontrar em uma rede social, aliás, qualquer tipo de informação que se deseja. Qualquer tipo. E é aí que mora o problema. “Qualquer” tipo de informação não pode ser fonte para o jornalista. Apesar de se poder dizer tudo o que se quer em uma rede social, não se pode acreditar em tudo o que se lê nela.  
            Não duvido que tenha jornalista que, nas pressas pegou alguma informação aleatória e colocou em alguma matéria. Não apurar informações é, digamos, imperdoável, significa não fazer o trabalho direito. Então é isso. Como tudo neste mundo, você tem que saber usar a ferramenta da forma correta, caso contrário, o trabalho fica ruim. Apesar das redes sociais facilitarem a vida dos jornalistas em vários sentidos, não se pode relaxar e se deixar levar pela lei do menor esforço.



Bruna Montenegro. 

Exercício 2 (Jornalismo Móvel)

O rio Capibaribe, que tem 240 quilômetros de extensão e passa por 42 cidades, não é de hoje, precisa receber mais atenção do governo pernambucano. É grande a quantidade de lixo que se pode encontrar no rio e ao redor dele. São pedregulhos, sacos de cimentos, lixo doméstico, lixo hospitalar, esgoto que é despejado no rio e toneladas de desrespeito.



            Moradores do bairro da Torre, no Recife, dizem que o caminhão de coleta não recolhe o lixo regularmente, situação que dificulta a limpeza e a organização do local. “Ele (o caminhão) passa de vem em nunca”, reclama o estudante Maurício Pedroso, 24. Não se pode, entretanto, culpa apenas a falta de regulação do caminhão de coleta. É necessário educar a população, alertar os responsáveis pelas construções e pelo hospital que ficam nas proximidades do rio.
            “É muito ruim ver todo esse lixo perto da minha casa. Além de deixar a paisagem feira, a gente corre o risco de pegar doenças”, diz o pescador Raimundo Neves. A pesca atualmente no rio Capibaribe não é recomendada, é quase nula, devido também a poluição.


            É necessário fazer uma revitalização no rio Capibaribe, assunto que já foi, inclusive, tema de audiência pública em outubro deste ano, mas até agora nada foi realizado. É necessário que o governo cumpra os deveres, faça com que os serviços públicos sejam realizados e eduque a população. 



Bruna Montenegro.

Exercício 1 (Web 2.0)

A moradora do Privê Bosque da Torre, condomínio localizado na Torre, Manuela Trigueiro, 34, informou que sofre, há dez dias, com o vazamento de esgoto no apartamento.  “É um absurdo! A Compesa instalou um medidor de esgoto na saída da rede geral do condomínio, mas só fez piorar a situação, trazendo transtorno para nós, condôminos!”, reclama.
A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) instalou, há quinze dias, um medidor de esgoto no Privê, mas ao invés de normalizar a situação do condomínio, só trouxe dor de cabeça para os moradores. Até agora, de quatrocentos moradores, seis reclamaram de vazamento nos banheiros.
O problema com a Compesa não é novidade para quem mora no Privê. “Há dez anos tramita um processo na justiça por causa da cobrança da taxa de esgoto. Esse serviço, na realidade, não era feito até quinze dias atrás e, por isso, os moradores não pagavam. Agora que o medido foi instalado, está dando prejuízo”, desabafa o síndico do condomínio, Ivson Caldas.  
A Compesa chegou a declarar que tudo estava dentro do normal. O morador Guilherme Sá diz que não tem nada de normal, porque “foge do comum o medidor estar acusando uma alta medição constante a qualquer hora, seja durante o dia ou da noite. A vazão à noite deveria ser praticamente nula!”
O síndico Ivson Caldas espera que a situação seja normalizada até o final de dezembro, enquanto isso, ele pede para que os condôminos ajudem avisem sobre possíveis vazamentos internos e também para que os moradores economizem água.



Bruna Montenegro

Esgoto a céu aberto atrapalha pedestres e comerciantes em Santo Amaro

Moradores e comerciantes do bairro de Santo Amaro,Zona Norte do Recife, reclamam de um  esgoto a céu aberto  na calçada da  Av Cruz  Cabugá, próximo a sede do Diário de Pernambuco. A denuncia vem da comerciante Maria de Lourdes (42), que tem um fiteiro na mesma calçada, o vazamento já foi denunciado a Emlurb, porém ainda não houve nenhuma visita da companhia no local.
O mau cheiro e a água suja que vem do esgoto se espalham pela calçada diariamente, atrapalhando os pedestres que utilizam a calçada podendo causar doenças. Segundo a comerciante, o problema já é antigo, ela diz ainda que o esgoto vem de um construção localizada na avenida.
Procurada pela nossa redação a Emlurb informou que irá fazer uma vistoria no local e fiscalizar possíveis irregularidades na rede de esgoto da construção. 

Samuel Santos 

Redes Sociais e o Jornalismo


Com o desenvolvimento em massa de novas tecnologias, o dinamismo na troca de informações está se tornando cada vez mais forte na sociedade. Criada para aproximar mais as pessoas, as redes sócias desempenham na atualidade um papel importante nesse processo de transição na  forma de se comunicar. Hoje, elas são responsáveis pelo transito de conteúdos que tem o poder de ligar as pessoas através de  pontos em comum. Diante disso, muitas empresas  de jornalismo tem buscado um maior  alcance de seu público, investindo pesado nessas novas ferramentas que a internet disponibiliza. ,O objetivo maior dos meios de comunicação que englobam  jornais, rádios e TVs, sem duvida é o de  dar o furo jornalístico a qualquer preço, e estar sempre presente nas diversas redes socais como twitter e facebook. Para muitas, ficar para trás é suicídio, o bom jornalismo tem de estar sempre conectado. 

Samuel Santos 

Desabafo- o quarto do pânico

           
Pois é, mas um período vai chegando ao fim, porém não é qualquer período, é o QUARTO PERÍODO, um dos que mais fez a galera suar a camisa espalhando o pânico em muitos. Aquela ansiedade, e ao mesmo tempo medo das cadeiras a pagar tomaram conta do final das férias de julho, afinal, se esperava algo bem tenso. De fato, foi tenso, porém proveitoso em vários pontos. Sinto que esta foi uma das épocas mais dinâmicas no curso de jornalismo, era pauta de rádio pra cá, matéria de telejornalismo pra lá, produções de texto cada vez mais trabalhosas, enfim, não teve como não perder os cabelos neste  4° período. Achava-se que não ia dar tempo de ler todos os livros, fazer todos os trabalhos, cobrir todas as mimos, intercons e bienais da vida, mas estamos aqui!Vivos. Confesso que me senti sufocado e desesperado em alguns momentos, achava que o Titanic ia afundar,afinal tudo convergia para isso. Mesmo quebrando a cabeça em vários momentos, o saldo de tudo foi bem positivo, afinal não dá pra empurrar as coisas com a barriga. Enfim, mais uma etapa vencida,não com o glamour de ter  notas altíssimas, mas pelo menos com a certeza da aprovação no final. Isso é tudo pessoal! 

Samuel Santos 

sábado, 8 de outubro de 2011

Instituto Ricardo Brennand

É o quarto museu mais visitado do Brasil, um local com arquitetura e obras que lembra, de fato, a Idade Média para que o visitante possa fazer uma viagem no tempo. Apesar de focar no passado, o lugar também abre espaço para discussões atuais a respeito de arte, história e cultura. Apesar disso, não é tão freqüentado pelos pernambucanos. 

            Um pouco afastado da agitação do Recife, o Instituto Ricardo Brennand, que foi fundado em setembro de 2002, está localizado no bairro da Várzea. Fundado pelo empresário e colecionador pernambucano, Ricardo Brennand — o qual coleciona os mais diferentes tipos de obras de arte de diferentes momentos da história há mais de cinqüenta anos —, o Instituto funciona em um conjunto de edifícios denominado Castelo São João. E, realmente, é um castelo. Ao mesmo tempo em que é contemporâneo, o Instituto tem peças decorativas originais como altar e brasões góticos. Sem falar na parte de fora que tem 18 mil hectares e que dá a sensação do visitante não estar no Recife, uma vez que possui uma área verde muito grande, bem conservada, e ainda, locais interessantes como lagos artificiais e esculturas em grande escala interessantes de se ver.


            O Instituto, em 2002, inaugurou o espaço com uma exposição do pintor e desenhista Albert Eckhout denominada Albert Eckhout volta ao Brasil, exposição que passou por outros estados brasileiros e que trouxe pela primeira vez ao país um conjunto completo das pinturas de Albert as quais pertencem ao Museu Nacional da Dinamarca. Hoje, o Instituto abriga quatro exposições permanentes, são elas: Frans Post e o Brasil holandês, A arte brasileira no século XVII, existem ainda uma sala de bonecos de cera e uma exposição de armas brancas (a qual é uma das maiores do mundo e que também possui esculturas e pinturas). Em geral, grande parte da armaria, das artes decorativas, das tapeçarias, das esculturas, do mobiliário e das artes visuais é da Europa, Ásia, América e da África.
            Além das exposições permanentes, o Instituto, de vez em quando, abre espaço para exposições itinerantes. No mês de setembro deste ano, por exemplo, quando o Instituto comemorava 9 anos de existência, era possível ver Lá vem os violados, exposição feita para homenagear os 40 anos do grupo pernambucano Quinteto Violado. Antes desta, os visitantes tiveram a chance de ver obras de Michelangelo.
            Muito embora grande parte das pessoas que freqüentam o museu possa ir determinada a ver exposições, o Instituto Ricardo Brennand ainda possui uma biblioteca com acervo de 20 mil itens (livros, fotografia, partituras e discos, por exemplo) que falam a respeito, principalmente, do Brasil colonial. Muitos pesquisadores, nacionais e internacionais, têm como destino este acervo para estudos e pesquisas. O Instituto também oferece cursos de história da arte, programas educativos e programas voltados para professores.
    
            Como se pode notar, não existe um público certo para visitar o Instituto, é bem heterogêneo.  Desde sempre ele oferece exposições e atividades que podem agradar o gosto de todo mundo. Vale lembrar, ainda, que muito interessante é o “trabalho” de marketing que o local possui. Ou melhor, não possui. O Instituto não tem uma área direcionada para a publicidade e propaganda, ele depende muito da divulgação que é feita pelos próprios visitantes, através do boca a boca. E esta forma de divulgação tem dado certo. O Instituto funciona apenas meio expediente, das 13h às 17h, de terça a domingo, fica longe do centro do Recife e ainda sim é reconhecido — muito embora, este reconhecimento não seja muito por parte dos pernambucanos, infelizmente.  


Apesar de não ser tão visitado pelos pernambucanos como deveria, o Instituto Ricardo Brennand recebe várias famílias interessadas em mostrar aos filhos o mundo da arte. Para saber mais, escute AQUI!



Como foi falado, o Instituto foi inaugurado em setembro de 2002, há nove anos. Como cada ano há comemoração, este ano não poderia ser diferente. Em 2011 todos saíram ganhado. Quer saber e ver o que teve em setembro deste ano? É só conferir ESTE link. :) 





Para quem visita o Instituto Ricardo Brennand (IRB), localizado no bairro da Várzea, Zona Oeste do Recife, além de apreciar uma paisagem repleta de esculturas e exposições, pode-se também desfrutar de um ambiente repleto de natureza viva. O Castelo de Brennand, como é conhecido popularmente, já se tornou uma boa opção de lazer para quem procura tranqüilidade mesclada com uma programação cultural diversa, que busca agradar a todos os públicos.


Considerado o 4° museu mais movimentado do Brasil, já tendo sido visitado por cerca de 1,5 milhão de pessoas desde a sua fundação, o IRB já se tornou um expressivo ponto turístico para quem visita a cidade do Recife. O público que freqüenta o local tem características bem heterogêneas, durante a semana se concentram mais as visitas de estudantes do ensino fundamental e médio. A agenda do instituto sempre está lotada, várias escolas querem levar seus alunos ao local, que dispõe um dos maiores acervos históricos do país. 
Nos finais de semana é que o IRB recebe o seu maior numero de visitantes. Sempre com alguma exposição à mostra, o público em geral se impressiona com a magia do lugar. Além de sua arquitetura, que lembra muito castelos medievais, as pessoas também dispõem de peças que ficam expostas ao ar livre. Uma das esculturas mais cobiçadas pelos flashes dos visitantes é uma replica da estátua de Davi, que fica localizada no jardim, logo na entrada do castelo. 

A tarde de um domingo se torna bastante agradável no castelo de Brennand, é comum ver pessoas idosas, pais que levam seus filhos pequenos e até gente jovem que vem ao local em busca de conhecimento e diversão. O museu dispõe de uma estrutura para ninguém botar defeito, tudo é bem organizado para receber um grande número de pessoas. Em geral, todos saem bem satisfeitos com tudo que viram e sentiram afinal, o público também pode interagir com o lugar. Existe uma fonte dentro do castelo, muito conhecida como uma “Fonte dos Desejos”. Nesta espécie de “santuário”, as pessoas fazem os seus pedidos e jogam moedas para que eles sejam atendidos. A fonte está sempre repleta de moedas e não há quem não resista e jogue uma também, se o pedido vai ser atendido não se sabe, mas vale à pena tentar. 
A divulgação deste local tão escondido em meio ao caos urbano é geralmente feita através do chamado boca a boca. Mesmo com uma página na internet e aparições na mídia, quem freqüenta ou já foi até o IRB sempre fica sabendo de sua existência por conta de alguém que já foi e consequentemente gostou.  A importância cultural do instituto é indiscutível, pessoas de todas as idades, todas as crenças podem desfrutar de tudo que o local propicia aos seus visitantes. O público, por mais heterogêneo que possa parecer se encontra neste lugar que narra a história de todos nós. 





Este vídeo mostra uma das exposições que estava em cartaz no IRB, uma mostra que comemorava os 40 anos de um dos grupos nordestinos mais tradicionais de nossa cultura, o quinteto violado. A exposição mostra a história do grupo dede a sua formação em 1970 até os dias atuais, alem disso o publico também podia escutar as musicas da banda através de um recurso multimídia criado especialmente para esta mostra. Vale a pena conferir


Trecho de uma entrevista feita com Hugo Coelho, que é o historiador responsável pelo IRB. A entrevista destaca o perfil das pessoas que visitam o instituto e quais os atrativos que o local dispõe para cativar as pessoas. ESCUTE AQUI 



sábado, 24 de setembro de 2011

Internet em discussão

          O Culto do Amador e Cultura da Convergência. Estes são os livros que serão debatidos durante as próximas semanas nas aulas de Jornalismo e Novas Tecnologias e que tratam a respeito do uso que se faz da internet. 
         Internet, quem não precisa dela nos dias atuais? Grande parte das pessoas de hoje é quase um escravo dessa ferramenta. Como tudo na vida tem o ônus e o bônus, no caso da internet não seria diferente. Com esse intuito de discutir o uso desse meio de “sobrevivência” na sociedade, duas equipes do quarto período da turma de jornalismo da Católica vão fazer um debate, a fim de analisar os efeitos positivos e negativos desta tecnologia. A discussão será embasada nos livros O Culto do Amador, de Andrew Keen, e Cultura da Convergência, de Henry Jenkins, que mostram diferentes pontos de vista quando o assunto é a utilização da internet. 
          Os debates acontecerão entre os dias 30 de setembro e 05 de outubro. Cada equipe vai defender o ponto de vista das duas obras em questão. Durante as apresentações das equipes, um júri, formado também por alunos do curso, ficará responsável  pela avaliação do desempenho dos grupos que estarão abordando os principais pontos nessas obras. O júri poderá fazer perguntas, o que deixará o debate mais dinâmico, e, por isso, se espera que os alunos se preparem bem para discussão dos assuntos em pauta e que o debate seja saudável. 
          O primeiro grupo vai se apresentar neste sábado, na sala 510 do bloco A da Católica, às 7h30. O segundo vai mostrar os argumentos no dia 28 de setembro, na sala 606 do blogo G da Universidade, às 18h30. No dia 1º de outubro, vai acontecer um confronto direto entre os dois grupos e, por fim, no dia 5 de outubro, eles serão sabatinados pelo júri. Neste mesmo dia haverá votação e o vencedor será escolhido. 

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Pauta

Pauta: Pessoas que frequentam o Instituto Ricardo Brennand (IRB);
Dupla: Bruna Montenegro e Samuel Santos;
Editoria: Cultura;
Descrição:  E
ntender como funciona o local e como ele é visto por aqueles que o frequentam;
Objetivos: Observar o público que frequenta o local. Registrar a relação das pessoas com este tipo de arte. Fazer uma viagem pela história do IRB e também do escultor que dá nome ao local. 



Estrutura:
Vídeo 1 – Vídeo a respeito da comemoração do aniversário do Instituto. Repórter: Bruna 
Áudio 1 – Entrevista com alguém que é freqüentador do local. Repórter: Bruna
Texto 1 – Sobre a história do Instituto Ricardo Brennand. Repórter: Bruna 


Vídeo 2 – Sobre a exposição que estará aberta e o público que vai visitá-la. Repórter: Samuel
Áudio 2 – Entrevista com o coordenador do Instituto. Repórter: Samuel
Texto 2 – Sobre o comportamento do público que freqüenta o Instituto. Repórter: Samuel
Fotos – Capturar imagens das pessoas que estarão no local durante as comemorações. 


sábado, 27 de agosto de 2011

Intrigas de Estado, um suspense de primeira página


Estréia hoje, nos cinemas de todo o país, o filme Intrigas de Estado (State of Play), do diretor Kevin Macdonald. Há tempos Hollywood não produz uma trama tão envolvente quanto a deste filme, que é o primeiro de Macdonald. A história contada é baseada no seriado inglês, de 2003, que recebe o mesmo título. A obra chama atenção porque o personagem principal, o jornalista Cal McAffrey, vivido pelo grande ator Russel Crowe, se envolve na apuração de assassinatos que, aparentemente, não têm nada em comum, e com o desenrolar dos fatos, ele se vê diante de questões éticas e pessoas.
Tudo isso porque um dos assassinatos envolve Sonia Baker (Maria Thayer), a qual é amante e integrante do grupo de campanha do político Stephen Collins, representado pelo renomado Ben Affleck, que por sua vez é um velho amigo de Cal MacAffrey. Mais um caso envolvendo jornalismo e política, mas ao contrário do que se possa pensar, a abordagem principal que o filme traz é outra.  
Juntamente com a jornalista inexperiente e responsável pelo jornal online, Della Frye, vivida pela talentosa Rachel McAdams, Cal McAffrey não deixa passar nenhum detalhe, por mais indiferente que pareça, e dá uma grande lição que é a de sempre ir atrás da verdade e fazer questão de descobrir o que realmente aconteceu. Diferentemente da editora de redação do jornal The Washington Globe, Cameron Lynne (Helena Mirren), a qual só parece se importar com a quantidade de vendas que o jornal iria proporcionar — fato que acontece em muitos jornais mundo a fora, diga-se de passagem.   
Juntos, os jornalistas embarcam em uma história cada vez mais intrigante, onde arriscam até as próprias vidas a fim de descobrir a verdade que está por trás dos assassinatos que ocorreram na cidade de Washington DC e a relação com grandes instituições estadunidenses, deixando a trama mais envolvente para quem assiste.

Della Frye (Rachel McAdams) e Cal McAffrey (Russel Crowe)


 O uso de tecnologias para desvendar os mistérios é comum em boa parte do filme. Geralmente, os artifícios utilizados pelos dois repórteres para coletar as informações necessárias e desvendar o quebra-cabeça são bem inteligentes. No filme, McAffrey tem acesso a vários formatos de mídia para atingir o objetivo, como, por exemplo, o celular utilizado pela vítima, além de conseguir imagens do circuito interno de TV de uma estação de trem da cidade e também com a ajuda da internet para identificar pessoas e lugares que ajudassem a desvendar os crimes. Tudo isso e mais a ajuda de diversos contatos que o jornalista possuía.
Por falar em internet, se o espectador desejar, ele pode sair do cinema refletindo a respeito da qualidade das notícias que se encontra, hoje em dia, nos portais de notícias online. Vale a pena prestar atenção na grande diferença que o filme faz questão de retratar. O jornalismo da web está cada vez mais rápido, é verdade, mas também mais superficial e com muitas “notícias” que a gente pode chamar de inúteis ou sensacionalistas. Cadê a tão importante apuração que se vê mais constantemente no jornalismo impresso?  


Stephen Collins (Ben Affleck) e Cal McAffrey (Russel Crowe

A história não é apenas uma matéria rotineira de jornalismo investigativo ou sobre política. Ao longo da história, McAffrey e Frye vão entendendo que tudo é cada vez mais complexo do que imaginavam e que ter uma posição ética dentro do jornalismo, seja online ou impresso, é muito mais do que uma obrigação.  
O filme é cheio de reflexões, suspense, reviravoltas e ações. Além disso, quem for ao cinema vai assistir a uma bela produção, com direito a roteiro, feito por Tony Gilroy e Matthew Michael Carnahan, bem amarrado e uma fotografia incrível. É uma história surpreendente, que consegue envolver os espectadores do começo ao final do filme. O ingresso valerá a pena. Com certeza, este suspense será manchete. 
Você pode conferir o trailer clicando AQUI ou pode assistir aí embaixo! (:




quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Democracia?

                Estamos em 2011 e uma das coisas que mais escutamos é que a internet veio revolucionar o mundo, uma vez que a impressão que fica quando se entra em contato com essa ferramenta é a que todo mundo pode fazer o que quiser e quando quiser como se fosse uma democracia, e tendo uma democracia , nos dias de hoje, tudo fica, supostamente, bem. Não é bem assim que as coisas acontecem.
            É verdade que na internet as pessoas encontram diversas maneiras de se expressar, opinar, fazer protestos. O grande problema dessa “democracia” é que nem todo mundo tem acesso a esse mundo virtual.
              Existe uma falsa ilusão de que estamos inseridos, conectados em um mundo em que a internet é um dos fatores dominantes. Estar ligado ao mundo virtual, nos dias de hoje, se tornou uma coisa primordial. Mas realmente isso não chega a todos os públicos. Países como o Brasil, por exemplo, dispõe de uma infra-estrutura ruim no ramo das telecomunicações, o que torna o serviço de internet de alta velocidade cara e, para alguns, inacessível.
              Aliás, bastante coisa no Brasil ainda é inacessível para parte da população. Outro fator de relevância é o avanço desenfreado das tecnologias. Geralmente vindas de países mais desenvolvidos, vai se criando uma sensação de progresso, porém, um “progresso” que nem todos têm acesso.
            O primeiro ponto a ser observado é de que as pessoas que tem uma maior facilidade a estas fontes, às vezes, não tem uma instrução necessária, o que faz do objeto adquirido um simples produto do consumismo exagerado. Sempre se lança novos celulares, aparelhos de TV, som, computadores, etc. Todos munidos de alta tecnologia, sempre superior do que o modelo anterior, fazendo com que as pessoas almejem aquilo por uma ilusão de que ter o último lançamento de um determinado produto é uma obrigação, quando na verdade ela não tem nem idéia de como usá-lo.
            O segundo ponto que se pode abordar é a impressão de que as pessoas nunca vão estar totalmente atualizadas em relação às tecnologias — nem aquelas que podem e têm vontade de saber a respeito de tecnologia. Os sistemas são atualizados a toda hora e fica praticamente impossível dominar todas as áreas. Ou seja, eterna exclusão.
            Acompanhar esse transbordo de novos recursos e mecanismos a qual estão sendo criados não é fácil, principalmente se olharmos pelo lado econômico. Aqueles que têm como acompanhar esses avanços geralmente são os mais favorecidos economicamente, pessoas que vivem em uma boa situação financeira e dispõem de informações em tempo real de tudo que se é mais “moderno”. Dizer que estamos todos conectados e interligados é uma inverdade, todos são meio que impostos a se sentir dentro da sociedade, e uma das formas de estar dentro dela é criar um perfil no orkut, facebook, twitter, entre outros
         Uma solução para essas questões? Não é fácil pensar em algo prático e ainda mais que funcione no Brasil. A inclusão social é a maneira de tentar inserir toda a sociedade neste mundo tecnológico. Atender todo o país nas suas necessidades educacionais, ter um bom serviço de telecomunicação, ter gente responsável no poder e que saiba tomar decisões que façam sentido. É claro que todas as soluções que forem encontradas serão de longo prazo, mas que precisam ser colocadas em práticas o quanto antes. Se acontecer o contrário, a exclusão social será cada vez maior e em campos cada vez maiores.  

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

A volta do Zé Gotinha


Rolou no último sábado, em todo Brasil, a segunda fase da Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomelite. Cerca de 7,2 milhões de crianças menores de cinco anos foram atendidas. A primeira fase, que aconteceu em 12 de junho, imunizou 12 milhões de crianças.
O Ministério da Saúde tem como objetivo prevenir, com essas duas campanhas, 95% das crianças desta faixa etária. A expectativa do governo é que o resultado oficial seja divulgado até o final do mês de agosto.
A quantidade de doses da vacina distribuída em todo território nacional, em sua totalidade, foi de 48 milhões.
Para os pais que não conseguiram levar os filhos para tomar a gotinha, não é preciso se preocupar. A vacina vai continuar disponível em 115 mil postos da rede pública de saúde espalhados pelo país. Lembre-se que a imunização nesta fase da vida é essencial para o desenvolvimento saudável do indivíduo.